Começou hoje em Copenhague a COP 15,Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que visa encontrar e colocar em prática soluções para reduzir o aquecimento global.
De olho nas novidades dessa conferência, quero explicar pra quem ouve falar disso, mas não entende o que se passa.
De olho nas novidades dessa conferência, quero explicar pra quem ouve falar disso, mas não entende o que se passa.
Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle, e para frear o avanço da temperatura, é necessário reduzir a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, já que são eles os responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre.
Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam.
No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver: - a floresta amazônica transformada em savana; - rios com menor vazão e sem peixes; - uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo; - o derretimento irreversível de geleiras (já podemos perceber isso); - o aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras (como já citei em outro post); - a migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e - o aumento de doenças tropicais como dengue e malária (assunto já debatido com a minha amiga e futura bióloga, Fran).
E o Sustainable Surf Project se une a milhares de projetos, ONGs e pessoas conscientes da situação em que nos encontramos hoje, que esperam que nessa 15ª Conferência cheguem a um acordo comum que seja favorável à toda humanidade.
SSP - Surfista consciente surfa além das ondas!
Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam.
No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver: - a floresta amazônica transformada em savana; - rios com menor vazão e sem peixes; - uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo; - o derretimento irreversível de geleiras (já podemos perceber isso); - o aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras (como já citei em outro post); - a migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e - o aumento de doenças tropicais como dengue e malária (assunto já debatido com a minha amiga e futura bióloga, Fran).
E o Sustainable Surf Project se une a milhares de projetos, ONGs e pessoas conscientes da situação em que nos encontramos hoje, que esperam que nessa 15ª Conferência cheguem a um acordo comum que seja favorável à toda humanidade.
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